Pontes rolantes de processo
para tecnologia de superfície
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Guindastes para revestimento de superfícies

As exigências na área de tecnologia de superfícies estão aumentando: as peças estão ficando mais pesadas, as geometrias dos componentes, mais complexas e a qualidade dos revestimentos, mais exigente. Ao mesmo tempo, aumenta a pressão sobre os tempos de produção, a eficiência dos recursos e a disponibilidade das instalações. A tecnologia padrão de guindastes atinge rapidamente seus limites nesse ambiente — não por falta de capacidade de carga, mas porque a integração ao processo, a resistência às condições ambientais e a lógica de controle não acompanham essas exigências.

Da pintura por imersão catódica ao revestimento em pó ou a úmido: a Vollert desenvolve sistemas de guindastes que conduzem peças pesadas e componentes de grandes dimensões por instalações complexas de tratamento de superfícies de forma segura, sem danos e totalmente automatizada.

A tecnologia de guindastes adequada para todos os processos de revestimento

Isso significa: componentes robustos para ambientes agressivos, posicionamento preciso dentro de tolerâncias de processo estreitas, controle totalmente automático e uma arquitetura de sistema que considera todo o fluxo de materiais – desde a alimentação até a retirada – como uma unidade integrada.

Na prática

 

 

 

 

 

Onde os guindastes para cargas pesadas são utilizados

Nem todo processo de revestimento apresenta os mesmos requisitos quanto ao fluxo de materiais. A arquitetura do sistema de guindastes deve ser adaptada ao processo específico, à geometria da peça e à lógica de processo da instalação.

PINTURA A LÍQUIDO E REVESTIMENTO EM PÓ

Em instalações de pintura a úmido e revestimento a pó, as peças devem ser introduzidas com precisão nas cabines de pintura, posicionadas e, após o processo de revestimento, retiradas novamente. Nesse contexto, não é apenas a precisão do posicionamento que é decisiva, mas também a prevenção de vibrações que possam comprometer a qualidade do revestimento. Os sistemas de guindastes frequentemente assumem também a função de rotação ou alinhamento das peças, a fim de garantir um revestimento uniforme em todas as superfícies.

PINTURA POR IMERSÃO CATÓDICA

A instalação de KTL impõe exigências particularmente elevadas quanto à velocidade de imersão, aos tempos de permanência e à velocidade de retirada. A imersão ou a retirada muito rápidas causam problemas de qualidade; ciclos muito lentos reduzem a produtividade. Os sistemas de guindaste devem seguir perfis de elevação programáveis com precisão e, ao mesmo tempo, operar de forma confiável e contínua em um ambiente úmido e eletroquimicamente ativo. A proteção contra corrosão em todos os componentes não é uma opção, mas sim um requisito básico.

JATEAMENTO E PRÉ-TRATAMENTO

As áreas de jateamento e as estações de pré-tratamento são ambientes sujeitos a condições mecânicas e químicas particularmente adversas. Partículas abrasivas, agentes de limpeza e água sob pressão causam grande desgaste nos sistemas de guindastes. Nesses casos, são necessários modelos especialmente robustos, com acionamentos encapsulados, trilhos protegidos e componentes que exijam pouca manutenção. Ao mesmo tempo, os guindastes devem manter as peças em posições definidas, para que os bicos de jateamento ou os equipamentos de limpeza alcancem todas as superfícies de maneira uniforme.

FORNOS DE SECAGEM E DE COZIMENTO

A entrada e saída de fornos de secagem ou de queima exigem sistemas de guindastes capazes de lidar com altas temperaturas no ponto de transferência. O isolamento térmico, o uso de materiais resistentes ao calor nos componentes expostos e um sistema de controle que leve em consideração os tempos de permanência e os perfis de temperatura são fatores decisivos nesse contexto. A Vollert aposta, nessas áreas, em soluções de sistema que consideram a tecnologia de guindastes e de fornos como uma unidade integrada.

A revestimento de superfícies possui outros sistemas de guindastes

As instalações de pintura, imersão e revestimento não são ambientes de produção comuns. A névoa de tinta, os vapores de solventes, o calor dos fornos de secagem, a umidade dos banhos de pré-tratamento e os processos eletroquímicos nas instalações KTL impõem exigências extremas a todos os componentes utilizados. Os sistemas de guindastes que devem operar de forma confiável nesses ambientes precisam ser projetados desde o início para essas condições – e não adaptados posteriormente.

A isso se soma a lógica do processo: em instalações de tratamento de superfícies, a grua não é apenas um meio de transporte. Ela é parte ativa do processo. Velocidade de imersão, tempos de retenção, precisão de posicionamento ao entrar em cabines de pintura ou fornos, elevação e descida sincronizadas em peças de grandes dimensões – tudo isso deve ser reproduzido com precisão pela tecnologia de controle. Erros no posicionamento ou na sincronização afetam diretamente a qualidade do revestimento.

Ao mesmo tempo, as dimensões e os pesos das peças estão aumentando continuamente em muitos setores. Componentes de máquinas de construção, chassis de veículos comerciais, peças para energia eólica ou grandes redutores atingem pesos de 10, 20 ou mais toneladas. Os sistemas de guindastes não precisam apenas levantar essas cargas, mas também conduzi-las sem danos, de forma reproduzível e sincronizada com o ciclo por todo o processo de revestimento.

Arquitetura do sistema

Uma grua por si só ainda não constitui uma instalação eficiente de tratamento de superfícies. O que é decisivo é como a grua está integrada ao fluxo geral de materiais: como as peças são alimentadas? Como as áreas de armazenamento temporário são organizadas entre as etapas do processo? Como a sequência é controlada quando peças diferentes têm tempos de permanência distintos em cada estação?

A Vollert não considera essas questões como uma tarefa de controle secundária, mas sim como parte integrante da arquitetura do sistema. Isso significa que os sistemas de guindastes, a tecnologia de transporte, as estações de armazenamento temporário, as áreas de alimentação e retirada, bem como o controle geral da instalação, são projetados em conjunto. Assim, surgem fluxos de materiais que não apenas funcionam tecnicamente, mas também atingem, na operação real, as taxas de produção, a qualidade e a disponibilidade exigidas.

Na prática, isso frequentemente implica o uso de vários sistemas de guindastes que operam de forma coordenada: guindastes de carga e descarga nas entradas da instalação, guindastes de processo dentro das estações de tratamento e guindastes de transferência entre seções da instalação. O sistema de controle assume a coordenação, prioriza as ordens, evita colisões e garante que os tempos de processo sejam respeitados.

Projetos atuais

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